Lua cheia, soberana
Grande nave irmã
Imenso e redondo imã
Inicia-me nos teus mistérios...
Fiel reflexo do sol
Puro farol etéreo
Alteando densa nuvem, pesada cerração, tu estás lá...
Silente, majestosa, pela cortina das nuvens passageiras sempre ressurge em esplendor
Saúdo os poetas antigos
Testemunhas dos mitos
Nos primeiros gritos de espanto
Onde eras angelical encanto e guia.
Naqueles tempos remotos de adoração e rito
Uma bruxa com sua vassoura circulava você, lua,
Em carne, osso e espírito.
Um dia a poesia será linguagem comum.Não temos pressa.A mãe terra fala através de nossos lábios.Estamos aprendendo a alegre aventura em desaprender o conceito errado do tempo.
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sexta-feira, 10 de abril de 2009
LUANDA
Lua cheia, soberana
Grande nave irmã
Imenso e redondo imã
Inicia-me nos teus mistérios...
Fiel reflexo do sol
Puro farol etéreo
Alteando densa nuvem, pesada cerração, tu estás lá...
Silente, majestosa, pela cortina das nuvens passageiras sempre ressurge em esplendor
Saúdo os poetas antigos
Testemunhas dos mitos
Nos primeiros gritos de espanto
Onde eras angelical encanto e guia.
Naqueles tempos remotos de adoração e rito
Uma bruxa com sua vassoura circulava você, lua,
Em carne, osso e espírito.
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