Ainda outra vez
Querer saltar nesse ponto.
Mesmo que fosse a última coisa a fazer,
Como cair no abismo.
São inúmeras manhãs impetuosas
De querer entregar-me.
Mergulho sem retorno,
Abandono de tudo,
De tudo que mantém a ordem deste mundo coisificado.
Onde ver beleza no espelho estilhaçado?
Tempo carregado de dardos em varreduras milimétricas
No recôndito, um fio que não se apaga.
Pelas circunvizinhanças do sentir, o ponto sempre estar lá,
...sempre próximo, como fresca aragem na noite quente.
Mágica melodia... Longínquo apelo...
Sensações rápidas de alegrias supremas, feito frestas de luz na escuridão
Abertura
Surdo desejo: mergulhe.!
Há! Pudera existir ele somente!
Que venha dele o alvor da coragem, não deixando nenhuma margem,
Fundo abissal
Só ir.
Ponto
Um dia a poesia será linguagem comum.Não temos pressa.A mãe terra fala através de nossos lábios.Estamos aprendendo a alegre aventura em desaprender o conceito errado do tempo.
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
ABISMAL
Ainda outra vez
Querer saltar nesse ponto.
Mesmo que fosse a última coisa a fazer,
Como cair no abismo.
São inúmeras manhãs impetuosas
De querer entregar-me.
Mergulho sem retorno,
Abandono de tudo,
De tudo que mantém a ordem deste mundo coisificado.
Onde ver beleza no espelho estilhaçado?
Tempo carregado de dardos em varreduras milimétricas
No recôndito, um fio que não se apaga.
Pelas circunvizinhanças do sentir, o ponto sempre estar lá,
...sempre próximo, como fresca aragem na noite quente.
Mágica melodia... Longínquo apelo...
Sensações rápidas de alegrias supremas, feito frestas de luz na escuridão
Abertura
Surdo desejo: mergulhe.!
Há! Pudera existir ele somente!
Que venha dele o alvor da coragem, não deixando nenhuma margem,
Fundo abissal
Só ir.
Ponto
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