Olhos que se abrem em flechas
Que tonteiam só de olhar...
Olhos que através de frestas revelam outro lugar...
Que fica além da lenda onde só em sonho se pode ir
Olhos que apontam a beleza da alma,
Pura alquimia, de quem chega e não quer partir
Olhos que me faz pequeno, me reduzindo a nada
Olhos, por flagrar-me tão egoísta...
Por eu querê-la tão só junto a mim
Insensatez que leva a pergunta
Porque toda rosa que perfuma,
Tem que perfumar somente no meu jardim?
Um dia a poesia será linguagem comum.Não temos pressa.A mãe terra fala através de nossos lábios.Estamos aprendendo a alegre aventura em desaprender o conceito errado do tempo.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A flecha e a dor
Olhos que se abrem em flechas
Que tonteiam só de olhar...
Olhos que através de frestas revelam outro lugar...
Que fica além da lenda onde só em sonho se pode ir
Olhos que apontam a beleza da alma,
Pura alquimia, de quem chega e não quer partir
Olhos que me faz pequeno, me reduzindo a nada
Olhos, por flagrar-me tão egoísta...
Por eu querê-la tão só junto a mim
Insensatez que leva a pergunta
Porque toda rosa que perfuma,
Tem que perfumar somente no meu jardim?
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